terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Seleção de Captadores - Você sabe usar?


 Bolar temas pras vídeos, pode ser muito trabalhoso, porém é legal pra sistematizar aquilo que a gente sabe intuitivamente. Não deixa de ser um aprendizado.

É sobre um desses aprendizados que quero comentar hoje.

Resolvi fazer no canal algúns videos falando sobre seleção de captadores, formas como você pode usa-los pra tirar mais sons ainda da guitarra, não tendo que ter necessariamente um monte de pedais (sim isso é possivel...)

E sabe qual a vantagem ?

Primeiro...você só precisa da guitarra e do amp, nada de acessórios extras. Claro que pedais são legais, mas poder mudar o timbre de base pra solo apenas virando uma chave, e sem precisar correr pra pisar em alguma coisa tem seu valor.

Em segundo lugar, temos que concordar que mais equipamento significa muitas vezes mais gasto, mais peso pra carregar, mais risco de ter falha técnica durante o show.

Em último lugar, tocar uma guitarra sem usar bem os captadores é o mesmo que você entrar numa nave com um piloto que não sabe pra que servem os controles. Sim, um guitarrista que explora todos os recursos da guitarra, é algo lindo de ver e ouvir, e lembra muito(ok eu não manjo muito de aviões..) um piloto de caça em plena ação.

Então eu me sentei pra tocar com a guitarra com sons limpos, tive ideias legais de como usar os sons e gravei esse vídeo aqui:


São ideias simples e lógicas pra você começar a aplicar, e baseado na ideia anterior desenvolvi este outro vídeo falando sobre os sons distorcidos ainda no ambito dos P90:



Por outro lado a maioria da galera usa Humbucker e eles merecem uma atenção especial nesse assunto. Aqui algumas ideias do que dá pra fazer:


Espero que tenham curtido.

Só lembrando, não tenho nada contra pedais, porém muita gente acha que é o único caminho, e não é...MESMO.


Vejo vocês em breve.

Ahhh assinem o canal www.youtube.com/filipezanella
Se tiverem qualquer duvida, questão, crise existencial não exitem em comentar.


Abraços

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

O Som da Guitarra no Appetite for Destruction Pt. 1 (EM VIDEO)

Pessoal,

 Resolvi lançar em vídeo também essa serie que trata dos equipamentos usados na gravação do Appetite for Destruction do Guns n' Roses. Pra quem ainda não se inscreveu entra no canal, se inscreve que você vai receber em primeira mão todos os vídeos. Além do mais é uma força muito grande que vocês dão para o desenvolvimento do canal.

Agora chega de papo, segue o vídeo:


terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Podcast Vamos Falar de Guitarra


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Fala Galera

Aqui quem vos fala é o Tiago, isso mesmo... Aqueeeele do podcast

Tô aqui pra trazer MAIS UM EPISÓDIO DO VAMOS FALAR DE GUITARRA!

Hoje iniciamos o projeto SAI DA GARAGEM!!! Estamos abrindo o espaço do nosso podcast para que VOCÊ, que tem uma banda, e tá afim de divulgar seu trabalho, entra em contato com a gente. 

(Só não me vem com uma banda de axé... pfr...)

Nesse episódio estamos batendo um papo com Humberto da banda "Horizonte Sem Cor".

Espero que todos que ouçam... curtam nosso bate papo!.

Email do podcast

Segue a gente no Twitter =)
@vfguitarra

Site do horizonte sem cor
http://www.horizontesemcor.com.br/ (lá tem todos os contatos deles!)

E assim eu vou me despedindo!!! Valeu!!!

ROCK N' ROLL BABY


quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Podcast: It's Only Rock n' Roll

Neste capítulo discutimos nossas origens no rock, contamos histórias, comentamos o Rock in Rio e falamos das últimas notícias no mundo do Rock.



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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Sansamp GT2 - Um pouco de historia

Gostaria de falar um pouco sobre a história deste icônico pedal pois ele sem dúvida tem um espaço na historia do rock n' roll, afinal foi o primeiro simulador realmente efetivo a se popularizar por aqui.

 Lembro-me bem lá de 2005 quando esse pedal era hype nos fóruns brasileiros na internet.  Porém o meu só vim adquirir muito tempo depois, há uns 2 anos atrás, depois que tive vontade de experimentar fazer gravações em linha(refiro-me ao SansAmp GT2 e não ao Classic que nunca tive oportunidade de tocar).

 Porque o SansAmp é isso aí, um equipamento para gravações em linha, e não um pedal regular de distorção. Apesar do site da empresa dizer que ele tem essa função, a historia mostra que não é bem assim.

 O SansAmp foi criado, por Andrew Barta, com o intuito de possibilitar que os guitarristas conseguissem um som profissional em gravações sem precisar ter muito equipamento e muito conhecimento. Ou seja, era a experiência de um ótimo engenheiro enlatada e pronta para consumo.

 Pra reforçar, muitos usam porém não me agrada o som do SansAmp plugado num amplificador, pois ele reforça algumas frequências pra simular o amp, e aquilo se soma ao amp real e o resultado não é agradável. Pra mim ele sempre foi e será um equipamento pra gravação bem legal.

 Uma critica recorrente a este pedal é que hoje em dia os simuladores são bem mais precisos do que ele, e por isso ele não é um bom negócio. Realmente, o som dele não é idêntico ao dos amps que ele simula, porém, são sons legais em várias situações. Acho que a simulação é só uma referência, se você curte o pedal vai em frente. Além disso usar o simulador analógico te livra dos problemas de latência, dos vírus, e qualquer problema que seu computador possa vir a ter.

 Na verdade o pedal, na minha visão é uma ferramenta muito legal pra estúdio, podendo adicionar aquele calor valvulado, não só a guitarra, mas sim a qualquer instrumento que sua criatividade mande.

 Neste vídeo toquei um pouco com ele ligando direto na placa de som e falo sobre algumas formas de usá-lo.



Quer curtiu este vídeo pode se inscrever também no canal para receber vídeos novos toda quarta feira

www.youtube.com.br/filipezanella

Abraços e até a próxima
Filipe Zanella



P.S. Aqui tem um ótimo texto sobre o SansAmp Classic (em inglês) - http://www.soundonsound.com/sos/sep12/articles/sansamp-classic.htm

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

[Podcast] Vamos Falar de Guitarra - O Rock no Cinema (cultura do rock)


 Galera mais um episódio do nosso Podcast, espero que curam o material, tem tudo a ver com quem quer entrar no mundo do Rock de cabeça. Afinal além de saber tocar precisamos conhecer a cultura na qual nos inserimos.

Ouçam ou baixem pra ouvir no celular.


Abraços e ótimo fim de semana.



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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Como eles conseguiram aquele som? Appetite for Destruction - Parte 5 - Considerações finais sobre Amps

O #39 Fazia falta




 A S.I.R. havia se dado conta da importância deste cabeçote quando Lynch quis levá-lo pra tour depois de insistir muito para comprá-lo. Primeiro porque era um guitarrista de peso “correndo” atrás do amp e segundo porque, assim que Lynch o levou, muitos clientes continuavam solicitando o amp, e ele realmente fazia muita falta aos clientes acostumados a alugá-lo.


Frank Levi





 Vamos voltar no tempo agora para falar de Frank Levi, ele já havia trabalhado com bandas como Ratt quando foi trabalhar na S.I.R.. Ele foi contratado para substituir Tim Caswell quando ele saiu sa S.I.R. 
 Segundo informações dadas por Glen Bucley até a saída de Tim  o #39 não fazia tanto sucesso assim, então Frank Levi pediu a Bucley permissão para desfazer a mod do #39 e aplicar sua própria mod. Permissão concedida e agora sim nascia o lendário #39 que todos se apaixonariam.

 A ideia então foi modificar outros Marshall para que servissem de substitutos do #39 quando este estivesse já locado.


 Frank Levi, trabalhou então no Stock #36 - um Marshall 1959 (sem tremolo) - para deixá-lo igual ao stock #39.

O #36 e o #39 estavam sempre sendo alugados, não ficavam nem 2 dias seguidos nas prateleiras da S.I.R. , foi então que Frank Levi modificou mais um amplificador o #34, um Marshall JCM 800 2203 de 1985.


 E bem, você já deve imaginar que, se estavam alugados o #39 e o #36  Glenn enviou o #34 para Slash. 

O Roubo pt. II

Como já sabemos, quando as gravações do Appetite acabaram o amp alugado por Slash não retornou para a empresa proprietária. A S.I.R. inicialmente imaginou que eles precisavam de um tempo extra, como era comum acontecer.  Porém, mais algumas semanas se passaram e não houve noticias; foi então que eles foram informados pelo staff da banda que o amp havia sido roubado.
 Desconfiado, Glenn pediu que os motoristas ficassem de olho, já que estes estavam sempre presentes em diversos estúdios da cidade. Glenn não mandou a conta para a banda, pois sabia que desta forma não poderia pegar o amp de volta, caso ele reaparecesse.
 Meses depois, sabendo que a banda voltaria aos estúdios da S.I.R para ensaios, Glenn pediu a dois funcionários que o informassem caso o #34 fosse visto. E assim aconteceu: uma noite, Glenn recebeu uma ligação informando que o #36 estava nos estúdios da S.I.R. . Ele foi até o local; a banda não estava presente, então ele simplesmente pegou o amp e o levou.



 Em 1989, quando Glenn saiu da S.I.R.,  o #34, #36 e #39 ainda pertenciam a S.I.R.



Depois de tanta história, nada mais justo do que dar uma bela revisada nos equipos, pra ficar claro o que deu pra descobrir até agora:




Stock #39




Esse é o amp que começou toda a "lenda". Segundo as informações fornecidas pela S.I.R, o modelo era Marshal Super Tremollo (1959 T), fiação feita a mão, o que significa que foi feito entre 59 e 73. Porém, neste período ele teve 2 versões - Plexy ou Metal Panel -, e não se sabe qual delas era o #39. O amp foi modificado em algum momento entre 1980 e 1985 por um técnico de manutenção e reparo da S.I.R. .
 Foi modificado inicialmente por Tim Caswell e depois por Frank Levi.
 Este amp foi levado de volta para o Reino Unido por Dolph Rhemp, um dos donos da S.I.R., e ninguém sabe onde ele está agora.  A S.I.R. não possui mais nenhum 1959T atualmente.
 Provavelmente não foi usado no Appetite for Destruction, porém tem uma participação importante no processo que resultou no timbre do disco.



Stock # 36



 O Modelo deste amp era o Marshall 1959 e foi modificado para ser o substituto do Stock 39# quando este estivesse alugado. A ideia surgiu quando a S.I.R. se deu conta da importância do #39 para seus clientes.

O #39 começou um movimento dentro da S.I.R que culminou na criação do #36 e depois o #34.



Stock # 34

Finalmente... O famoso amplificador do Appetite for Destruction. Um JCM800 modelo 2203 modificado por Frank Levi, atualmente na internet é até possível achar algumas pessoas que fazem essa mod.


Marshall Siver Jubilee



Este amp foi lançado depois que o Appetite foi gravado, com certeza não está nele, mas é um amp muito legal que foi baseado no JCM800. Depois este amp foi incorporado ao gear do Slash e usado em praticamente todas as tours dele no Guns, Snakepit e Velvet Revolver. Em estúdio, dizem que foi usado nas partes distorcidas do "Ain't Life Grand", do Snakepit, mas NÃO está no Appetite.




Marshall AFD 100


 Essa história não deixa de ser um prato cheio, comercialmente falando. A Marshall lançou um modelo que tenta recriar o som do Appetite for Destruction. Não duvido que seja um amp bem legal, e o próprio Slash participou do processo de criação. Esse amp, junto com a guitarra réplica lançada pela Gibson, seria o som do Appetite "embalado" para consumo.


Roland Jazz Chorus JC-120





Famoso amplificador solid state(transistorizado) da Roland. Slash gosta de usar em alguns momento um timbre bem clean, como na introdução de Paradise City e segundo o próprio Slash esse amplificador foi usado em momentos como este.



Izzy - Amps
Vamos dar um review nos amps do Izzy também. Afinal, pra muita gente (pra mim inclusive), o segredo do som do Appetite está, na verdade, no som dele.






Cabeçote Mesa Boogie

SEM IMAGEM DISPONÍVEL


 Infelizmente há pouquíssima informação sobre o Izzy por aí, e ele não gosta muito de dar entrevistas. Mas uma informação recorrente é que ele usou um cabeçote Mesa Boogie, Bom, meus ouvidos não me enganam e eu sinto essa vibe mais "americana" no timbre dele.


Gabinete Carvin

SEM IMAGEM DISPONÍVEL

 Diversos depoimentos por aí afirmam que Izzy utilizou uma caixa Carvin juntamente com seu cabeçote Mesa, porém é difícil saber qual é o modelo exato. Uma informação interessante é que Izzy se disse em parte insatisfeito com o resultado sonoro: ele queria mais médios e pensava em usar um combo Mesa 1x12 no próximo álbum do Guns pra dar um up nos médios.



Bom galera, isso encerra o que envolve amplificadores no Appetite e, como já falamos também sobre as guitarras, falta agora falar sobre efeitos e técnicas de estúdio e gravação usadas no disco. Tem mais coisas escondidas do que eu imaginava sobre isso, e aposto que vocês vão descobrir coisas novas interessantes também. Então aguardo vocês no próximo texto, que será o último capitulo desta série do Appetite.

Caso tenha perdido alguma parte aí vão os links:



Parte 3 - Como eles conseguiram aquele som? Appetite for Destruction

Parte 4 - Como eles conseguiram aquele som? Appetite for Destruction


Até a próxima galera.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Novidade - VLOG Filipe Zanella!!! Setup 2015

Fala galera como vão?

 Estive nos últimos dias preparando a próxima parte do texto sobre o Appetite for Destruction. Porém enquanto não fica pronto gostaria de compartilhar com vocês o primeiro vídeo do meu VLOG.

 Neste vídeo falo sobre meus pedais, pra quem curte saber sobre equipamento é um prato cheio:



 E pra quem curtiu e quer receber mais atualizações peço que sigam o meu canal. É só entrar neste link e se inscrever:

https://www.youtube.com/filipezanella

Vocês não imaginam o quanto isso ajuda o blog e o vlog que vão funcionar integrados,


Agradeço muito a atenção de vocês e nos vemos em breve na penúltima parte do texto sobre o Appetite!



Abraços
Filipe Zanella

terça-feira, 17 de março de 2015

Podcast Vamos Falar de Guitarra - Ep 3 (Shows 2015)

Amigos e amigas,

Após um certo período de inatividade neste começo de ano o blog volta as atividades. Enquanto preparamos mais conteúdo novo, você pode ouvir mais um episódio do nosso Podcast sobre rock n' roll.

 Apreciem sem moderação.
        
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